A Cacau Show trouxe de volta ao seu portfólio a linha Chocomonstros, grupo de mascotes que marcou presença desde 2016. Agora, cada personagem — como Bartolomeu, Filó, Jubiléu e Adamastor — chega em versão pelúcia exclusiva. O objetivo é transformar a compra em uma experiência que vai além do chocolate.
Essas pelúcias foram desenvolvidas para serem colecionáveis. Além disso, reforçam a conexão emocional da marca com crianças e adultos. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), o setor movimentou R$ 4,5 bilhões em 2024. A entidade aponta que brindes colecionáveis aumentam a intenção de compra em até 30%, especialmente entre famílias com crianças.
Pelúcias como estratégia de marca
Um estudo da Moving Picture Company (MPC) mostrou que campanhas com mascotes podem aumentar a conexão emocional com o público e os lucros em até 41%. Então, ao apostar nos Chocomonstros, a Cacau Show fortalece seu próprio universo narrativo e reduz a dependência de licenças externas.
O apelo visual e tátil das pelúcias se alinha a uma tendência crescente: o merchandising emocional. Essa estratégia mantém a marca presente no dia a dia do consumidor, mesmo após o consumo do produto. Assim, os Chocomonstros deixam de ser apenas ilustrações para ganhar espaço físico nas casas das famílias.
Ver essa foto no Instagram
A empresa mantém ativa a linha de produtos inspirados nos personagens. Além disso, investe em campanhas digitais e conteúdos interativos que ampliam o alcance dos Chocomonstros nas redes sociais.
Leia Também: Giraffas surpreende com sobremesas inéditas feitas com Nutella® e leite em pó
